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yamas

Por Marcela Zamariolli

O Sadhana do Yoga (a via de acesso) é interior, um movimento de fora para dentro. Partimos das relações com o mundo, com nosso corpo denso e energético para mergulharmos no mais sutil – no corpo de bem aventurança.

Yamas são as disciplinas éticas decodificadas pelo sábio Patanjali em seu Yoga Sutra; é o primeiro passo do caminho óctuplo do Ashtanga Yoga Sadhana.

Muitos estudiosos fazem um paralelo dos Yamas e dos Nyamas (que veremos no próximo post) com os 10 mandamentos. E eu acho que faz muito sentido. A ideia em ambos é trazer paz e felicidade para nossa vida cotidiana.

São as seguintes restrições:

ahimsa (não violência) não agredir o próximo, o ambiente nem a si mesmo, seja com ações, palavras ou pensamentos.

satya (verdade) - comprometimento com a verdade. A fala deve estar alinhada aos pensamentos e que estes sejam um reflexo daquilo que é em essência. Não mentir.

asteya (não roubar)  não cobiçar aquilo que não lhe pertence. Não apropriar-se indevidamente de objetos, pensamentos ou idéias. Não invejar.

bramacharya (contenção da energia) este conceito abrange além do celibato; significa não desperdiçar energia vital desnecessariamente, seja em quantidade ou qualidade dos relacionamentos sexuais, fidelidade, não desgastar-se com ninharias, não exigir demais do corpo, não preocupar-se em demasia, etc.

aparigraha (não apegar-se) estar livre de apegos ou expectativas, tanto nas relações afetivas como também aos objetos, sentimentos, pensamentos. Permite a leveza e fluidez de nossa prática, de nossa vida. Libertar-se do velho para receber o novo.

Cultive-os no seu dia a dia!

Namastê

Mais sobre o assunto: 

vivendo a ética do yoga (Pedro Kupfer)> yoga.pro.br

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